São números de participações que refletem o interesse suscitado por um plano que definirá as áreas preferenciais para a instalação de futuros projetos de produção de energia renovável em todo o país, tendo, obviamente, impacto na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, deixando de carecer de Estudo de Impacte Ambiental para a sua concretização.
No penúltimo dia da consulta, a Plataforma Nordeste Vivo endureceu as críticas ao processo promovido pela Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER), acusando o Governo de falta de transparência e exigindo a suspensão do procedimento. O movimento cívico afirma que as populações nunca tiveram acesso à cartografia georreferenciada necessária para identificar com rigor as áreas previstas para a instalação dos projetos, alegando que apenas conseguiu conhecer a localização concreta de algumas zonas através de uma “fuga de informação”.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



