Os melhoramentos, adaptação ou criação de infra-estruturas aeroportuárias, neste país em que vivemos, provocam sempre processos demorados que, além de se alongarem no tempo, mostram a forma titubeante como estas coisa são tratadas.
Antes das máquinas descerem ao terreno, para as obras necessárias, entre o espaço da intenção e da concretização, aparece o debate entre as várias sensibilidades políticas que, algumas vezes, não são os interesses dos responsáveis ou dos regionalistas que pretendem sempre o melhor para as suas/nossas terras.
Sempre que há mudanças ministeriais, algumas coisas avançam, outras nem por isso. Fala-se que este ou aquele aeródromo vai ter melhorias, pois, de facto, existe um Plano de intenções das entidades que detêm as responsabilidades dos referidos
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