Todos duvidamos de tudo. Quase tudo é ilusão.
Uma das consequências mais graves para nós até ao momento é garantirem a cobertura dos votos democráticos a ascensão ao poder de muitos políticos, às suas ações tem consequências tantas vezes previstas nas nossas vidas. O seu lirismo é inaudito, quanto a projetos utilizando muitas vezes uma verdadeira e insultuosa ordinarice verbal que não passa de verboracia mental, instalando-se no intestino causando um mau estar permanente.
Assim, dentro deste contexto, e relativamente à região de Trás-os-Montes e Alto Douro, põem os eleitores as seguintes questões:
1- Que ações foram tomadas quanto à desertificação todos os dias a crescer na província?
2 – A mobilidade das ferrovias de via estreita e outras. Como as linhas do Tâmega, Corgo e Tua, o mais depressa possível.
3 – A reativação do troço da linha do Douro entre o pocinho e Barca de Alva.
4 – A transformação dos aeródromos de Vila Real e Bragança em aeroportos secundários.
Finalmente, os transmontanos e durienses continuam à espera que as questões acima referidas sejam definitivamente resolvidas.
É preciso, e é necessário, que os eleitores saibam que as eleições sejam o fim de todas as situações com verdade política.
Os eleitores não são inspetores, nem julgadores, mas são eles que elegem, assim procedendo, mandatam os deputados a um novo mandato.
E são os tribunais através das sentenças que condenam os culpados.
A terminar, vamos votar naqueles que defendam os interesses locais dos transmontanos, pois todos os residentes na região, conhecem bem os melhores e não se vão enganar.
Fogo a pé.



