Façamos um pouco de exercício de memória, já que parece que a temos curta.
Certamente que todos nos recordamos de, no tempo da tenebrosa noite de 40 anos de aterrorizante ditadura fascista(?), assistirmos a nossos pais, familiares, amigos ou conhecidos darem ou receberem (conforme os casos) um garrafão de azeite, umas garrafas de vinho tratado, uns salpicões, etc., por um qualquer favor ou serviço prestado. Nada de grave, dizemos nós, era um muito obrigado, em humildes géneros…
À Ditadura sucedeu a Democracia e, com ela, o maior valor do ser humano, a Liberdade que deveria ter sido, desde o princípio, acompanhada de Responsabilidade. Não o foi. Todos assistimos e de certa forma pactuamos, mesmo por omissão,
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