Tudo nos leva a crer que as comemorações em torno dos 200 anos da vinda de D. João VI desenrolar-se-ão num ambiente mais favorável do que aquele que existiu, quando celebrámos os 500 anos da chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral a Porto Seguro.
Pelo menos, do lado do Brasil, as diferenças são nítidas, seja quanto à “vontade política” manifestada por alguns “entes” oficiais – como as Prefeituras do Rio de Janeiro e de Salvador – seja quanto à consistência da programação prevista para assinalar a presença do Rei e do impacto das medidas que tomou, durante os 13 anos e meio em que esteve no Brasil, desde o decreto da abertura dos portos às
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