1 – Com toda a franqueza, quero deixar bem claro que não gostei de ouvir o Ministro das Finanças e o próprio Primeiro-Ministro jurarem que os certificados de aforro, anteriormente subscritos, não iriam ter qualquer alteração nas suas condições de remuneração, quando, pelos vistos, os que foram adquiridos há menos de 3 anos vão ser afectados em cerca de 1% nos seus juros. A este propósito, devo dizer que, se pouco concordo com estas mudanças de regras, enquanto decorrem os contratos, discordo em absoluto que alguém, para mais com altas responsabilidades, não diga só a verdade e toda a verdade.
2 – Através da divulgação dos relatórios produzidos pelo Tribunal de Contas, ficamos todos a saber
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