Para o diretor do agrupamento, Luís Rei, a missão é preparar os alunos, seja para a entrada no mercado de trabalho, seja para o acesso ao ensino superior, ao “dar-lhes ferramentas educativas necessárias e formá-los também como cidadãos”. “São as duas grandes premissas que norteiam o agrupamento, prepará-los para uma vida ativa enquanto cidadãos responsáveis e empenhados”, sublinha.
Promover “o sucesso educativo, diminuir o abandono escolar, apostar na melhoria qualitativa das aprendizagens, reforçar a partilha, a colaboração e a parceria entre todos os atores educativos”, são os principais princípios do projeto educativo do agrupamento.
A perda de alunos tem sido uma constante, nos últimos 30 anos, com “uma diminuição permanente de 20 a 30 alunos por ano, agora menos, porque já há menos alunos para perder”.
Além dos cursos Científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias e Línguas e Humanidades, a oferta formativa inclui um curso CEF (Curso de Educação e Formação) de informática e cursos profissionais de técnico de turismo ambiental e rural e técnico de mecatrónica, com turmas de 10.º e 11.º anos.
“A escola sempre teve uma certa tradição nas áreas da eletricidade e eletrónica. Na orientação vocacional, os alunos acharam que mecatrónica iria mais ao encontro das suas necessidades e abrimos esse curso”, afirma Luís Rei. Em termos de saídas profissionais, estes alunos “têm emprego garantido”.
“Muitos ainda não acabaram o curso e já estão a ser solicitados pelas empresas, porque é uma área com grande falta no mercado de trabalho”, garante.

