A quadra natalícia vivida entre os povos onde chegou a Boa Nova cristã, acende sempre, com forte esplendor, na vida humana, social e individual, uma luz própria, brilhante e inconfundível.
Lembramos Belém e o presépio com as palhinhas, a vaquinha, o burrinho e os pastores com as suas ovelhas e flautas. Lembramos o Menino com sua Mãe, S. José e os Magos do Oriente; lembramos os anjos a cantar o hino do amor e da paz «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade».
Passados que são dois mil anos, após o nascimento de Cristo, nem todo o homem encontrou o seu rumo.
Para uns, o Natal é um mero pretexto para
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