Como têm sido estes cinco anos e meio à frente da Diocese de Vila Real?
Têm sido cinco anos ricos, intensos e estimulantes, até muito variados, porque passámos por vários momentos, como o conhecer a realidade, as pessoas e as paróquias. Depois veio a pandemia, em que muitas coisas foram suspensas. O reativar e reanimar veio com a celebração do Centenário da Diocese, seguindo-se esta entrada no estilo sinodal da Igreja, num processo que já se está a viver e que nós tentamos também entrar.
Tem sido um bispo presente, que gosta de ir ao encontro da comunidade. É também uma forma de mostrar que a Igreja está mais próxima das pessoas?
Sim, tem havido essa preocupação, que é o trabalho próprio de um bispo. Já há muitos séculos, desde o Frei Bartolomeu dos Mártires, que os bispos têm a obrigação de conhecer as suas comunidades e estarem presentes. Isso não é para mostrar, aliás, a Igreja está presente junto das pessoas, nas várias comunidades, com muitas atividades.
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