Começo por aqui.
A vertigem de um corrupio tão grande leva a que seja difícil encontrar no imediato, por vezes descobrir para além da visão, outras vezes sequer percepcionar a existência, o puro sentido, a razão de ser das mais simples atitudes que nos rodeiam.
A tão apregoada ordem natural das coisas já o era. Hoje, não me canso de dizer, corremos a um ritmo que nos é imposto, mas que não podemos evitar. E depois?
Desagradamo-nos as mais das vezes. O tempo nunca é suficiente. Detestamos que nos controlem a vida, porque o tempo não é bastante, como disse. Bastante para nós e para aqueles que nos rodeiam. Que nos são importantes.
É sempre mais um dia que,
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