“O Turismo é um sector estratégico prioritário, para Portugal”.
Estas são palavras do Senhor Ministro da Economia, na introdução ao Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT). Porque “tem uma importância verdadeiramente estratégica, para a economia portuguesa, em virtude da sua capacidade em criar riqueza e emprego”.
Uma outra afirmação exige mais cautela e reflexão, quando se analisa a forma de concretizar tão ambicioso objectivo, apesar de ser um sector “onde temos vantagens competitivas”. É o que acontece na página 73 desse Plano, quando se diz, relativamente ao produto “Gastronomia e Vinho” que, “actualmente, Portugal não oferece um produto estruturado, devido à falta de adequação da oferta ao turista – os museus/caves de vinho estão pouco adaptados
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