Os acordos preveem a entrada de representantes das comunidades no Comité Local Consultivo e de Monitorização do projeto Lítio do Barroso, o órgão que aprova os projetos de desenvolvimento local financiados pela Fundação Lítio do Barroso e que fiscaliza o desempenho social da empresa.
Preveem ainda o reinvestimento local dos benefícios gerados e uma compensação indexada à inflação. No caso do SBTMAD, o acordo dá-lhe também lugar nos órgãos de gestão da Fundação, já constituída, que terá um orçamento anual “mínimo de 500 mil euros” a partir do primeiro ano de exploração.
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