Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021
Armando Moreira
MIRADOURO Ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

SÓ NESTE PAÍS

Retiro o título desta crónica, de um programa da Antena 1, onde se glosam aspetos mais surrealistas do que vai sucedendo de exótico em Portugal. Título que se ajusta perfeitamente a este insólito casamento político que as ditas esquerdas andam a cozinhar, sob a inspiração do líder socialista, desde que as eleições de 4 de outubro proporcionaram um número de eleitos, que somados matematicamente superam os da coligação que venceu as eleições. Já lá vamos.

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Quando o Presidente da República (PR) incumbiu o líder da Coligação PaF de formar governo, falou ao país, justificando a sua escolha e balizando-lhe (em nosso entender bem) os limites em que se deveria conter para que o país viesse a respeitar o espaço geopolítico em que está inserido. Não vamos repetir a sua mensagem, que os nossos leitores conhecem. Choveram as críticas da banda dos partidos da oposição, com o argumento de que o PR estava a intrometer-se nos poderes da Assembleia da República.

Não entendemos assim. O nosso regime semipresidencial (que tantas vezes já criticamos) dá o direito ao PR de traçar linhas mestras da governação, no cumprimento do mandato que os seus eleitores

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