Andava o mundo meio assustado quando as eleições norte-americanas vieram sobressaltá-lo ainda mais.
Os Estados Unidos da América (país preponderante no mundo) escolheram Donald Trump para presidente. E aquilo que parece ter sido um furacão pior do que os que têm soprado na costa, de Los Ângeles a Miami, não deixou no entanto de ser uma situação adivinhável e previsível.
Não adianta agora vir para a rua exigir que, afinal, seja Hillary Clinton a presidente. Quem advoga tal facto esconde a sua democracia com uma peneira. Foi precisamente a base essencial da democracia que determinou a eleição de Trump, o voto que os norte-americanos tiveram na sua mão e através do qual exprimiram a sua escolha.
Alguém nos
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