Segunda-feira, 2 de Agosto de 2021

Webinar “é tempo de (re)agir”

Organizado e promovido por um grupo de assistentes sociais em reflexão, em parceria com a AIDSS (Associação de Investigação e Debate em Serviço Social), este evento contou com 178 assistentes sociais inscritos, tendo participado cerca de 50 de forma ativa, dando importantes contributos para a reflexão em torno da profissão de Serviço Social.

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O principal objetivo do evento foi promover uma reflexão sobre o coletivo da profissão, enfatizar a importância da comunicação entre pares, a partilha de boas práticas e de procedimentos; contribuir para o estabelecimento de alianças entre profissionais dando visibilidade à sua ação transformadora na sociedade.

No painel “A Profissão do Assistente Social na Sociedade atual e a importância (urgente) da sua regulação”, Conceição Reis e Margarida Sousa apresentaram as principais conclusões de um estudo que envolveu 80 assistentes sociais sobre potencialidades e desafios da profissão.

A investigadora e assistente social, Fabrícia Maciel, apresentou, também, um estudo sobre necessidades de formação, a partir de 400 inquéritos que contribuíram para o “Diagnóstico de necessidades de formação dos assistentes sociais em Portugal”.

A moderação esteve a cargo de Alexandra Rodrigues e, no final, Paula Pinto, na qualidade de relatora, realizou uma síntese do evento, onde reforçou que “a realidade que vivemos convoca-nos à reflexão e ação na defesa de todos e todas. Os assistentes sociais são os especialistas da proteção dos direitos e mudanças sociais. Somos parte da solução. Os contextos em que vivemos exigem organização, cooperação, unidade e solidariedade.

Estamos perante as maiores crises da nossa existência: a sanitária e a económica e social”.

Este Webinar serviu também para reiterar que o Serviço Social deve reconhecer na comunicação um campo estratégico pelo que os assistentes sociais deverão posicionar-se como profissionais que dominam saberes, que possuem compromissos com a democracia e justiça social e que colaboram com os processos interventivos junto da sociedade civil, da opinião pública, do Estado e da população.

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