À volta da pista 4,6 quilómetros, que se estende pelas estradas da cidade, foram colocadas barracas de venda de bebidas e comidas e, os restaurantes e cafés próximos, reforçaram o ‘stock’ para estes dias e os colaboradores.
A barraca “Curva 16” está instalada na zona de Mateus. É o primeiro ano que Manuel Carvalho ali está e aproveita para fazer algum negócio e, ao mesmo tempo, espreitar para os carros que passam ali mesmo ao lado.
“Adoro as corridas. Quando ficava ali em baixo na Araucária perdia-me era a ver as corridas e nem atendia os clientes. Andavam-me sempre a chamar que eu fugia”, afirmou à agência Lusa.
Mais abaixo, no jardim de uma casa, Pedro Teixeira colocou a barraca do “Salsa”. Ali também há bancadas improvisadas, sombra, mesas, cadeiras e casa de banho.
“Não poderíamos faltar a mais um ano com este divertimento, com o público e corridas que tanto adoramos”, salientou, acrescentando que “não deixa de ser uma oportunidade de negócio, mas é mais pelas corridas. O negócio é um extra”.
O café “Spot” está numa esquina onde muitas pessoas aproveitam para espreitar a passagem dos carros de corrida e por onde passam para irem para a zona da pista.
“Estamos à espera de um bom fim de semana para o negócio que, nestes últimos dois anos, esteve um bocadinho parado”, afirmou Isabel Vilela, que apontou que as corridas são, “sem dúvida, uma alavanca”.
A cidade de Vila Real acolhe até domingo o WTCR, que conta com a participação do português Tiago Monteiro (Honda) e ainda seis provas nacionais: Campeonato de Portugal de Velocidade, dos 1300, dos Legends, dos Classics e da Kia Picanto GT Cup.




