Em resposta, através da líder da concelhia e autarca, Sílvia Silva, defende que todos têm acesso à assembleia e que este voto foi a pensar em todos os intervenientes políticos.
Em comunicado, sociais-democratas e centristas começam por afirmar que a “democracia está a ser esmagada”, após o chumbo da proposta apresentada a 29 de dezembro por estes deputados, para a transmissão das reuniões ordinárias e extraordinárias da assembleia, “sem qualquer justificação”.
Consideram “urgente envolver a população no meio decisor”, numa altura em que “as estatísticas nos demonstram um crescente aumento da abstenção e da falta de interesse” da população na política. No entanto, Sílvia Silva, que considera não existir “um braço de ferro” entre as duas forças políticas, assume que a assembleia “é o mais aberta possível” e recorda que, na última sessão, “tínhamos 50 cadeiras e tivemos de ir buscar mais aos gabinetes”.
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