Ainda assim, em todas as abordagens, há sempre um ponto de convergência: a importância (e a qualidade) do conhecimento. E é aqui que entram as universidades. Verdadeiros aceleradores do desenvolvimento através do conhecimento que produzem e disponibilizam à sociedade em geral e às empresas em particular.
O ensino e a qualificação superior continuam a ser a chave da mobilidade social, da mesma forma que a investigação científica continua a estar na génese da inovação e do desenvolvimento tecnológico. É esta a essência da produção universitária.
A UTAD quer continuar a aumentar, de forma consistente, a sua aposta na expansão e qualificação das relações com a região e com o mundo das empresas, enquanto importante motor de desenvolvimento e da coesão social e territorial do país. As universidades dos novos tempos, em especial aquelas que se situam em territórios mais periféricos, têm, a este nível, responsabilidades acrescidas: devem afirmar claramente o seu papel no desenvolvimento das respetivas regiões e entornos, através de uma maior interação com os tais tecidos económico e social, alinhados com a qualidade do conhecimento científico que produzem. Como a estas universidades, também à UTAD se pede uma abordagem transdisciplinar dos desafios dos territórios, conferindo-lhes o valor que precisam para potenciar os seus recursos, tanto materiais como imateriais.
A UTAD está cada vez mais empenhada no desenvolvimento de Trás-os-Montes e do Alto Douro – uma universidade ligada ao mundo e aberta à sociedade, às comunidades e às empresas, um verdadeiro acelerador de desenvolvimento, da ciência e tecnologia, com um forte contributo para o desenvolvimento. Queremos que a UTAD seja uma real ponte do crescimento do território: que leve a região ao mundo e, ao mesmo tempo, que traga também muito para a região (conhecimento, desenvolvimento, reconhecimento e investimento).







