Luís Ramos
O Interior e o Plano de Recuperação
António Carvalho
Um velho amigo meu, velho e sábio, termina sempre a leitura das páginas políticas dos jornais com uma sentença lapidar: «dantes os animais falavam, agora escrevem».
Da regionalização encapotada à promessa vazia de descentralização
O governo socialista prometeu ao país, em ano de eleições autárquicas, um ambicioso programa de descentralização. Como vimos, ouvimos e lemos, repetidas vezes, através da fantasmagórica máquina de propaganda governamental, tratar-se-ia da maior, da mais poderosa e da mais sublime reforma política e administrativa que o país conheceria nos 40 anos de poder local democrático.
Assim, não! É preciso levar os vila-realenses a sério
A CMVR agendou para a reunião da Assembleia Municipal da passada segunda-feira, 13 de fevereiro, a proposta de participação do município numa nova empresa intermunicipal, designada Águas do Interior Norte, EM, SA., bem como, a aprovação do projeto de estatutos, a proposta de contrato social e a transferência da gestão e exploração dos sistemas municipais de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais urbanas, a cargo da EMAR, para a nova empresa.
Nunca se cobraram tantos impostos municipais!
Em 2014 a Câmara Municipal de Vila Real previa cobrar em impostos diretos 6.930.700€. Para 2017, a ambição é consideravelmente maior: a autarquia espera que os contribuintes, famílias e empresas, entreguem ao erário municipal uns módicos 8.895.400€.
Uma palavra de gratidão aos antigos autarcas do PSD de Vila Real
Cumpre-se este ano o 40º aniversário das primeiras eleições autárquicas livres e democráticas em Portugal. Por todo o país, têm-se multiplicado as comemorações desta data, decisiva para a implantação e consolidação da própria democracia política e, até, económica e social, assinalando o seu simbolismo e a sua dimensão histórica.
As obras de requalificação da Escola de S. Pedro: Memória, Rigor, Seriedade e Decoro
A tentativa de apropriação sistemática, em proveito próprio, das iniciativas e do trabalho dos outros é uma das marcas mais expressivas de uma certa forma de estar e fazer política que carateriza as governações socialistas, no país ou nas autarquias locais.




