Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022
Barroso da Fonte
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Da Terra Quente Transmontana para a quentíssima Guiné-Bissau

Por laços de fraternidade humana, geográfica e política, a Câmara de Mirandela aprovou, em reunião de 15 de fevereiro de 2008, a geminação entre «a Coimbra Transmontana» e a cidade Guineense de Bafatá, a segunda maior da Guiné.

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Em fins de Janeiro do ano em curso assinei uma crónica intitulada: «Era Transmontana a mulher de Amílcar Cabral». Nessa crónica pude esclarecer que na Zona Agrária de Trás-os-Montes e Alto Douro, ainda na vigência do Estado Novo, trabalhou, embora por pouco tempo, nesta instituição pública voltada para a agricultura, o guineense Amílcar Lopes Cabral. Formara-se em Agronomia, no Instituto Superior de Agronomia, na área da grande Lisboa, onde conheceu, como colega de curso, Maria Helena de Ataíde Vilhena Rodrigues que nasceu em Casas Novas, do concelho de Chaves. Ela era filha de um conhecido militar de carreira e prima direita do pintor Flaviense, Nadir Afonso. Cabral nascera, exactamente, em Bafatá, em 1924. Casaram em

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