Em fins de Janeiro do ano em curso assinei uma crónica intitulada: «Era Transmontana a mulher de Amílcar Cabral». Nessa crónica pude esclarecer que na Zona Agrária de Trás-os-Montes e Alto Douro, ainda na vigência do Estado Novo, trabalhou, embora por pouco tempo, nesta instituição pública voltada para a agricultura, o guineense Amílcar Lopes Cabral. Formara-se em Agronomia, no Instituto Superior de Agronomia, na área da grande Lisboa, onde conheceu, como colega de curso, Maria Helena de Ataíde Vilhena Rodrigues que nasceu em Casas Novas, do concelho de Chaves. Ela era filha de um conhecido militar de carreira e prima direita do pintor Flaviense, Nadir Afonso. Cabral nascera, exactamente, em Bafatá, em 1924. Casaram em
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