Sábado, 6 de Dezembro de 2025
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Luís Tão
Luís Tão
Empresário

DIREITO DE RESPOSTA: Os patos bravos

Este texto que agora escrevo, vem ao abrigo do direito de resposta a um artigo intitulado “O Porta Voz”, da autoria de Filipe Brigas, publicado a semana passada, no qual põe em causa o meu bom nome, assim como da minha família.

O que é que leva alguém, que eu não conheço, não privo e que circunstancialmente num gesto de urbanidade cumprimento, com o argumento do direito de resposta a um artigo que não escrevi, trazer para a praça pública a minha família?

Provavelmente não terei a resposta completa, tenho a minha teoria, mas vou deixar-me de rodriguinhos e passar a explicar.

Quando abracei o projeto político que é sobejamente conhecido, tive muita gente a dar-me os parabéns, eram necessárias novas pessoas que trouxessem novas ideias e formas de fazer política, com elevação, com respeito e com amor por Vila Real.
Senti que seria capaz.

No entanto, tive amigos que me avisaram, “olha que na política, assim como na vida, existe gente boa, gente má e patos bravos”. Na altura não entendi completamente a mensagem de alerta, mas, na semana passada, ao ler a resposta de um presidente de junta a um artigo que não é meu, entendi perfeitamente aquilo que os meus amigos queriam dizer ao referirem-se aos patos bravos da politica.

São gente para a qual não existem linhas vermelhas, não existe limite para a decência, faltar ao respeito é uma normalidade, estão disponíveis a representar qualquer papel por mais indecente que seja. É gente sem classe, sem nível, dispostos até a escreverem aquilo que lhes pedem para escrever.

Também ficariam indignados e revoltados se alguém, na luta política, trouxesse à baila a sua família, e quem não ficaria, mas não hesitam em fazê-lo a outros.

Nas suas lideranças exaltam vitórias retumbantes, esquecendo propositadamente, talvez, as corresponsabilidades que tiveram na perda de 13,37% da população da sua freguesia, sendo a quarta maior perda das 20 freguesias que compõem o Concelho de Vila Real, perda retumbante também.

No seu esforço político ultrapassam situações pagas por todos nós para estar presente em reuniões.

Nesta minha passagem pela política, já percebi que tenho muitas medalhas (do tal jogo da lama) para distribuir.

Para todos os patos bravos da política, hoje, atribuo a medalha de lata, o nível não permite mais.

Para os escondidinhos, aqueles que na sombra de maneira sinistra e maldosa, mexem estas marionetas, guardo algumas, que, em momento oportuno, atribuirei.
São assim os patos bravos.

É uma pena.

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