Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Eleições europeias, mais do mesmo

Na hora em que escrevo esta crónica, ainda está a decorrer a votação em Portugal. Por isso nem sei quem vai ganhar, mas para o caso dá na mesma. A última informação que consegui ver foi que até às 16 horas a afluência às urnas era ligeiramente inferior à de 2009, o que significará a mesma abstenção de há cinco anos ou até ligeiramente superior. Mas o que aqui hoje quero passar aos caros leitores é pouco relevante o resultado que se vier a apurar destas eleições.

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Em primeiro lugar, quero dizer que já há muitos anos que estas eleições de europeias têm muito pouco, isso é algo que todas as pessoas mais bem informadas e mais atentas aos temas que normalmente são tratados, de europeus quase nada tem. Sendo assim, considero que os dois maiores partidos (PS e PSD) há muito que que sabem que pouco ou nada representam em termos de Parlamento Europeu e que há muito também sabem que a atual União Europeia interessa cada vez menos aos povos e cada vez mais aos grupos “sinistros” que efetivamente mandam na mesma. Quando hoje olho para quem são os “rostos” da europa e vejo “figuras” como: Durão Barroso, Holland, Merkel,

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