A conceção foi do pintor Avelino Leite e o grafismo do designer Paulo Araújo, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Real e do Arquivo Diocesano.
A coordenação, a cargo da Comissão do Centenário, entregou a organização a Manuel Silva Gonçalves, a quem coube a apresentação e a orientação da visita às entidades convidadas para a inauguração.
O anfitrião começou por reconhecer a insistência, a vontade de comunicar e abrir novos horizontes do bispo de Vila Real, D. António Azevedo, para que a exposição tivesse acontecido, cuja postura “foi determinante para a mobilização de todos nós que passámos a trabalhar com entusiasmo no sentido de realizar um produto final digno das nossas raízes”.
A presente exposição não é a história da diocese, mas um valioso contributo para ela, mostrando “o quando, o como e onde nascemos, os nossos espaços de vida, de culto, a nossa memória”, sublinhou, adiantando que, através dela, o visitante “pode conhecer melhor as origens, divulgar e valorizar o passado, a memória desta diocese”.
É constituída por dois núcleos temáticos: o primeiro ocupa todo o hall de entrada do Seminário e faz a memória da criação da diocese, bem como das estruturas fundamentais como a Sé e o Seminário, com documentos, imagens e fotografias. Dá a conhecer melhor os seis bispos diocesanos e mostra a organização eclesiástica.
Alem da Sé e do Seminário, pode-se ainda observar outros edifícios nascidos nestes 100 anos, com destaque para o Paço Episcopal e a Casa do Clero.
O segundo núcleo expositivo inicia na escadaria e termina no salão nobre do Seminário, já no primeiro piso do edifício. Constitui uma pequena mostra de arte sacra, património da residência episcopal (paramentos, imagens, báculos e anéis dos bispos da diocese).
Está aberta ao público no edifício do Seminário, diariamente, de terça-feira a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 15h00 às 19h00.




