Há cerca de um ano atrás, escrevi aqui neste mesmo jornal, um artigo cujo título era: “Em defesa do Campo do Calvário”. Muitos, ao lerem, de novo, um artigo sobre o Calvário, vão começar a dizer que não tem viabilidade ou até, que já há muito deveria ter sido transformado noutra coisa qualquer. Cada um é livre de pensar da forma que bem entende. O Campo do Calvário faz parte da memória viva de gerações de vila-realenses, muitos já desaparecidos. A geração a que eu pertenço, e que ronda agora os 39/40 anos, foi ali que, por certo, viu os primeiros jogos oficiais e foi ali que começou a sentir carinho pelo Sport Clube Vila
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