As juventudes partidárias são estruturas de índole geracional, autónomas por definição, mas com uma ligação umbilical e inextricável aos respectivos partidos políticos e integram os militantes que se enquadram numa dada faixa etária (dos 14 aos 30 anos, normalmente).
No actual panorama partidário cá da urbe, as juventudes partidárias são vistas como uma espécie de longa manus do partido-mãe e um valhacouto ou alfobre de párias que, à mingua de coisa melhor, se acoitam nas “jotas”, à espera do consabido “tacho”. E não falta logo quem, pressurosamente, traga à liça certos casos de indivíduos nados e criados nas “jotas” que nunca desempenharam uma profissão, antes de se tornarem políticos profissionais.
Diz-se mesmo que, em matéria de maus
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