Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2026
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Levi Leandro
Levi Leandro
Engenheiro. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

O síndrome dos impostores

“O mundo é um palco; os homens e as mulheres, meros artistas, que entram nele e saem…” Shakespeare

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VEREADOR Nº 2 DO PSD

No dia 11 de fevereiro, o vereador nº2 (Nº2) do PSD suspendeu o mandato por 90 dias, na CMVR. Já estamos habituados às habilidades políticas deste senhor, com intriga e pela calada, atropelou 3 comissões políticas, incluindo a que presidiu e, agora, começam a dissiparem-se as dúvidas do que poderá acontecer à atual. A narrativa começou a ser redigida na semana anterior ao pedido de suspensão, alegadamente, num almoço com a Presidente da Comissão Política (PCP) do PSD num restaurante em Sabrosa…
Não entende que vencer eleições no interior do partido, não é o mesmo que ganhar eleições na sociedade civil e os vila-realenses, já lhe disseram nas urnas, que não lhe reconhecem credibilidade política, contudo, o seu sonho/objetivo é ser deputado.

ESTRATÉGIA

Em 21/1/25, realizou-se um conselho nacional do PSD, onde, foram abordadas as eleições autárquicas, em 26/1, um jornalista do Observador, fez um artigo sobre o que lá foi dito e quando analisaram as capitais de distrito, Vila Real (VR) é dada como perdida. Até os órgãos nacionais do PSD, que há cerca de um ano queriam ganhar VR, perceberam que não existem condições para tal. Isto merece uma séria reflexão da PCP…, mas sem vitimização.

O talentoso Nº2, estará a ponderar afastar-se, para não assumir a sua responsabilidade de uma anunciada derrota, para em novembro/25 voltar a VR, com o intuito de ganhar a concelhia do PSD, com um “amigo”, e, tentar ganhar a distrital. Para isso está a tentar fragilizá-la, o que tem sido fácil, face ao modo como a distrital tem gerido os acontecimentos surreais que lhe tem surgido, contando com a colaboração da PCP do PSD que também é vice da distrital, que já lhes passou duas ou três rasteiras, mas de uma forma naïf…, por isso, já poucos acreditam…

ADIN

Nesta empresa, apenas de capitais públicos, gostaria de colocar três questões:

Teve a AdIN um diretor executivo, Manuel Moras, que desempenhou funções em regime pro bono, até 31 de agosto de 2024. Consta-se que, alegadamente, continua a ir à AdIN, cerca de 3 vezes por semana. Será por nostalgia ou algum motivo especial?

Qualquer empresa minimamente organizada sabe quem são os colaboradores que conduzem as suas viaturas. Desde o funcionário mais modesto até ao Presidente do Conselho de Administração (PCA). No entanto, consta que há multas cujos condutores não são identificados, porque alegam, não conseguir identificar o condutor! Conclusão, por lei, paga a empresa. Alegadamente há cerca de um ano uma viatura topo de gama foi apanhada em excesso de velocidade, mas o nome do condutor nunca foi fornecido. Quem pagou a multa? Foram os contribuintes?

Na AdIN há uma chefia de primeira linha, dependente apenas do PCA, que exerce a função de diretor comercial. Recebe o seu salário, com os devidos descontos para a Segurança Social. Até aqui tudo correto, contudo não deixa de ser curioso que a mesma AdIN lhe pague cerca de 277€ mensais para a CPAS – Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores. Ou seja, está a caminho de duas reformas distintas à custa da mesma empresa. Apenas imoral ou também ilegal?

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