É inegável o empenho que os municípios têm tido no sentido de dotar os espaços urbanos com sistemas de recolha seletiva. É um esforço louvável, porquanto os principais beneficiados são o meio ambiente e a saúde das pessoas. Há, no entanto, ainda um longo caminho a percorrer. Segundo informação do INE, referente ao ano de 2010, apenas quinze por cento da recolha dos resíduos domésticos era seletiva. Mesmo assim bastante superior à registada há dez anos, que era apenas de dois por cento. Segundo o mesmo organismo, cada português produz 512 quilos de lixo por ano, sendo que destes, cerca de 400 quilos seguem no camião de resíduos indiferenciados.
Existem dois aspetos em que há ainda
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