A entrada é livre e, em especial aos fins de semana, aqueles que pretenderem aventurar-se na pista têm de contar esperar um pouco.
A jovem Bárbara Queirós vive no Porto, mas aproveitou para se encontrar, por estes dias, com alguns amigos em Chaves. A passagem pelo Largo das Freiras é obrigatória e o grupo aproveitou para patinar. “Descobrimos quando cá chegámos que era de graça, o que é uma boa iniciativa”, afirma. Para Bárbara não é a primeira vez, mas mesmo assim, como as quedas “fazem parte”, escorregou uma vez, nada que impedisse a diversão. “É uma boa forma de passar o tempo”, afirma. Enquanto ali ao lado vai comer um crepe quente, aprecia as decorações e espera que “daqui a pouco, quando acenderem as luzes, a praça fique mais alegre”.
“Descobrimos quando cá chegamos que era de graça, o que é uma boa iniciativa”
Bárbara Queirós
Encontrámos Joana Reis na primeira visita a esta pista de gelo e está “ainda a experimentar” e a adaptar-se a estes patins, mas conta que já andou em outras. Acompanhada por algumas amigas a quem tenta dar umas dicas, diz que como “não há muitas atividades lúdicas para jovens ou jovens adultos aqui em Chaves, tudo o que existe uma pessoa tenta experimentar”. Fora da tenda onde está instalada esta atração há várias atividades, mas dirigidas, em especial, às crianças, por isso entende que “esta é mais inclusiva”. Tal como em outros locais onde já experimentou andar em pistas de gelo, vê com bons olhos que esteja acessível na sua cidade. “Acho que não só atrai as crianças e as famílias como também proporciona momentos divertidos”, diz, enquanto mantém o equilíbrio em cima dos patins.
À mesma hora, também Lourenço, de 7 anos, aproveitava o momento de animação. Perto da mãe e com a ajuda de uma “foca” de plástico, dizia: “Estou-me a divertir”. E depressa o entusiasmo o leva rapidamente de volta ao centro da pista, para aproveitar os 30 minutos a que tem direito. “São crianças e gostam destas diversões”, diz Daniela Teixeira, lembrando que em anos anteriores levou o filho a Vila Pouca de Aguiar para patinar e este ano já não foi preciso.
“É bastante divertido, dá para passar o tempo e é agradável. Devo vir mais algumas vezes”
Rodrigo Ramos
Para Ana Rita, de 14 anos, este é um momento de convívio com os colegas. “Saí das aulas e vim aqui para passar o tempo”, conta. Foi estrear-se nesta atividade e diz que como é a primeira vez “é um bocado difícil”. Não quer arriscar muito e, por segurança, apoia-se numa das “focas”, que “é para não cair”. Com mais alguma experiência, as amigas vão dando dicas, como não abrir as pernas e não virar a ponta dos patins para dentro “para não cair tão facilmente”, recomenda a colega Beatriz.
“É bastante divertido, dá para passar o tempo e é agradável”, diz Rodrigo Ramos, de 14 anos. Confessa que não há segredos para andar na pista, “é apanhar o jeito”, e para melhorar pretende ir à pista mais algumas vezes.
Tal como o restante programa da “Chaves Natal”, a pista de gelo vai estar disponível até 31 de dezembro.

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