Quarta-feira, 6 de Julho de 2022

Quatro concelhos de Bragança em risco muito elevado de incêndio

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) coloca, hoje, 11 concelhos em perigo muito elevado de incêndio, quatro deles no distrito de Bragança. Tavira, no Algarve, é o único que apresenta risco máximo em Portugal continental

Os concelhos de Vinhais, Bragança, Macedo de Cavaleiros e Vimioso, no distrito de Bragança, estão hoje em risco muito elevado de incêndio. De acordo com o IPMA, a estes juntam-se Figueira de Castelo Rodrigo (distrito da Guarda), Covilhã e Belmonte (distrito de Castelo Branco) e Alcoutim, Loulé, São Brás de Alportel e Castro Marim (distrito de Faro).

O perigo de incêndio, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê uma descida da temperatura no continente, em especial da máxima. Para o interior estão previstos aguaceiros, sobretudo no Norte e Centro.

O céu estará “geralmente muito nublado, com boas abertas a partir da tarde no litoral Norte e Centro, e tornando-se geralmente pouco nublado no sotavento algarvio a partir da tarde”. Os aguaceiros diminuirão gradualmente de frequência a partir da tarde, sendo “pouco prováveis” na região Sul.

Está ainda previsto vento fraco a moderado (até 30 quilómetros/hora – km/h) do quadrante oeste, soprando por vezes forte (até 40 km/h) de noroeste na faixa costeira a norte do Cabo Raso e nas terras altas, a partir do final da tarde.

As temperaturas mínimas vão rondar os 13ºC em Vila Real e em Bragança. Já as máximas não deverão ultrapassar os 21ºC.

-PUB-

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.