Terça-feira, 26 de Maio de 2026

As viagens de Gulliver

Hoje trago ao contacto do leitor uma obra que, embora escrita no séc. XVIII, continua a usufruir de uma actualidade plena. Embora muitos julguem tratar-se de uma obra para público infantil e juvenil, nada de mais errado, uma vez que o autor (Jonathan Swift), de forma satírica, pretende atingir a sociedade das ilhas britânicas do seu tempo, e também muitos traços da humanidade.

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Tal como o título indica, ainda que em versão abreviada (o título completo é Viagem a diversas e remotas nações do mundo em quatro partes por Lemuel Gulliver, médico e depois comandante de vários barcos), este livro descreve as viagens fabulosas de Lemuel Gulliver por estranhas regiões localizadas algures nas zonas menos exploradas da Terra na época (o livro saiu em 1793) e, como o título completo indica, divide-se em quatro histórias independentes.

Estruturado como um relato de viagens, ou seja, escrito na primeira pessoa pelo “viajante”, o próprio Gulliver, o livro abre com a história mais bem conhecida, precisamente a viagem a Lilliput. Gulliver naufraga e vai dar àquele país, habitado por diminutos seres humanos

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