Luís Pereira
Cuidado onde pisam
SOS cultura
Os Mesquinhas do património
Os efeitos de ações mesquinhas perpetuaram-se no tempo através da salvaguarda de arte e arquiteturas, que em muitos casos são determinantes para o desenvolvimento económico de regiões, lugares e cidades, um pouco por todo o mundo.
Património moldado
Findou um ano terrível para nós todos, não só marcado pela Covid-19, como também pela pandemia que arrasou património cultural um pouco por todo o país
0,21% para Cultura ou de Cultura?
Ficamos surpreendidos com a magnífica verba atribuída para o Ministério da Cultura no Orçamento de Estado para 2021.
Luz e os iluminados
A discussão sobre património cultural é importante na sociedade, pois ajuda a relembrar a nossa história e acarinhar os vestígios do passado que ainda carregam de simbolismo.
Democratização do Património
A democratização do património dá à sociedade civil a possibilidade de intervir ativamente sobre obras polémicas através da participação na discussão pública ou, como no caso de Chaves, no inédito referendo sobre o destino de um Monumento Nacional.
A lista negra do património
A leviandade com que o património cultural de Vila Real é tratado não é de estranhar e muito menos de ficar surpreendido com a afetação de parte da calçada romana-medieval na Campeã no âmbito de uma obra pública.
Cultura tem graça mas já não tem piada
Passaram-se 25 anos do Salvamento das gravuras de Foz Côa, um marco de avanço cultural inigualável neste país e assim prova a justa homenagem a António Guterres, o primeiro-ministro que impediu a construção da barragem no rio Côa. Algo mudou e ajudou a mudar a partir dessa decisão: A importância do Património cultural para Portugal e para a compreensão da História da Humanidade.
Que nos tapa os olhos
Em celebração dos 95 anos da elevação de Vila Real à condição de Cidade, somos brindados por mais um acontecimento (repetido) que marca toda a história da municipalidade contemporânea desta cidade.
Cultura para quê e património para quem?
Recordando a Declaração de Viena assinada em maio de 2009, que contou com a presença de vários representantes dos governos europeus (Portugal incluído), o tema foi o Incentivo ao Património em período de Recessão Económica, apresentando a ideia que o “património cultural tem um contributo essencial a dar à Europa, não apenas pela sua importância no passado, mas pelo papel primordial que terá no futuro, sensibilizando os governos (na qual entram também as autarquias locais) para o investimento no restauro ou na recuperação de edifícios e sítios históricos, gerando assim postos de trabalho, relançando a economia, ao contrário da construção de novos edifícios.




