Segunda-feira, 14 de Junho de 2021
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Movimentos laicais na Diocese

A Diocese de Vila Real deu voz aos leigos na quarta conferência do centenário, com o título “Movimentos laicais na diocese de Vila Real de 1922 a 1962”. 

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Reconquistar a sociedade, cada vez mais secularizada, para o Reino de Cristo foi um objetivo anunciado pelo Papa Pio XI. Em fiel cooperação com os seus pastores, pedia-se aos leigos um papel ativo no apostolado.  

Na Diocese de Vila Real surgiu várias organizações estruturadas e contribuíram para o surgimento de um novo rosto e dinamismo da Igreja local.

O movimento do Apostolado da Oração, que já existia antes da criação da diocese, difunde a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e promove a oração diária pelas intenções do Santo Padre. Este movimento foi apresentado pela Maria do Carmo Moura, do Núcleo da Paróquia da Cumieira.

A Ação Católica chegou a Portugal em 1933. Na diocese de Vila Real, só resta a Ação Católica Rural, que foi apresentada por Caseiro Marques, que também moderou esta conferência.

O Escutismo chegou a Vila Real em 1923 e um pequeno grupo de crianças e jovens das paróquias de S. Pedro e Sé estão já presentes na receção ao primeiro bispo de Vila Real. Vai-se espalhar rapidamente a toda a diocese e atualmente conta com 22 agrupamentos ativos. Apresentou este movimento a chefe regional Alice Guedes.

A Legião de Maria foi apresentada pelo padre Pinto de Castro. A Mensagem de Fátima foi apresentada por Lígia Pinto.

D. António Augusto Azevedo agradeceu a participação dos conferencistas, referindo que os movimentos comprovam que “na vida da Igreja e desta diocese centenária uma marca decisiva é a marca laical”. De facto, a renovação da Igreja passou muito pelo empenhamento dos leigos e a “diocese continua a esperar muito dos movimentos” face às novas realidades eclesiais e culturais.

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