Não por falta de tema que, do mundo sem pão ao PSD sem paz é coisa que não falta, mas por falta de mote. A verdade é que este artigo andava a custar a sair. Estive até para desistir de o fazer.
Mas veio o mote, lembrei-me dumas palavras, daquelas de arrepiar as frontes que me enviou, há dias, o Jorge Laiginhas e doutras, já mais antigas, que nunca mais larguei (nem largarei) e que me foram ditas pelo Dr. António Cabral.
De modos que, para continuar a “arrimar o mangual à eira”, e em modos modestos de homenagem a António Cabral, aqui partilho a situação:
Naquele tempo, em que a Filosofia ainda era ensinada nas escolas,
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