Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021
Mário Lisboa
Tenente-Coronel da Força Aérea. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A Rede de Aeródromos secundária e o desenvolvimento do interior de Portugal

O nosso Portugal em que vivemos tem uma rede de aeródromos cujo desempenho é determinado pela qualidade e comprimentos das pistas, bem como pelos serviços de apoio existentes.

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A maioria destes aeródromos é propriedade de entidades públicas, com especial destaque para as autarquias, que tem vindo a desenvolver um apreciável esforço de melhorar as infra-estruturas de que são proprietárias.

No meio de tudo isto, existem muitos aeródromos encerrados por falta de condições operacionais, outros têm limitações impostas pelo INAC (Instituto Nacional de Aeronáutica Civil) e, ainda, um número, muito significativo, nem sequer tem pista asfaltada.

Assim, iremos falar de alguns aeródromos que ultimamente a Comunicação Social tem dado notícias, como é o caso da Covilhã e Ponte de Sor.

O Município da Covilhã e a Comurbeiras (Assembleia da Comunidade Urbana das Beiras) têm vindo a promover a construção dum aeroporto regional, próximo da área do aeródromo

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