Foi-nos apresentado como um académico de excelência, um técnico de primeira água, alguém que seria capaz de pôr em ordem as contas públicas do nosso país. O que se esqueceram de nos avisar é que o faria (e faz) à custa de um esforço sobre-humano de quem já tinha a sua vida muito difícil, à custa dos reformados e pensionistas, da classe média e daqueles que mais necessitam do apoio do estado. Um homem obcecado pela austeridade, de tal forma ofuscado pela crença nos modelos económicos ultraliberais que consegue ignorar um país inteiro que já não aguenta mais. Um país que acreditou em Pedro Passos Coelho e nas suas promessas e o fez primeiro-ministro. Um
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