Quinta-feira, 28 de Outubro de 2021
Mário Lisboa
Tenente-Coronel da Força Aérea. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Carvalho Araújo

Em fevereiro de 1967, após uma comissão de serviço em Moçambique, fomos colocados na Base Aérea das Lages, Ilha Terceira, Açores. De facto, a Ilha Terceira, com o seu sossego e tranquilidade, marcou em nós o gosto pelo “modus vivendi” dos Açores e da sua cultura. Deste modo, sete anos de presença nesta ilha fizeram […]

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Em fevereiro de 1967, após uma comissão de serviço em Moçambique, fomos colocados na Base Aérea das Lages, Ilha Terceira, Açores.

De facto, a Ilha Terceira, com o seu sossego e tranquilidade, marcou em nós o gosto pelo “modus vivendi” dos Açores e da sua cultura. Deste modo, sete anos de presença nesta ilha fizeram com que nos interessássemos por tudo o que lhe diz respeito. Hoje, e sempre que nos é possível, visitamo-la, onde temos sólidas amizades.

Entre outras coisas, pela nossa natural identidade com Vila Real, houve um aspeto que em 1967, na Ilha Terceira, nos marcou, e que passamos a expor.

Naquele tempo, havia um “Vapor” que se tornou célebre em todas as ilhas dos

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