Fitofármacos Agricultores na corrida à formação
“Só o trabalho inspira e, até lá chegar, o desafio está em criar os caminhos”
A região toda num Museu
UTAD quer ser a universidade mais “verde” de Portugal…
Onde estudar não é apenas aprender mas sobretudo partilhar
A evolução feminina contada na primeira pessoa…
PSP Uma força cada vez mais proativa e próxima do cidadão
Jovens transmontanos no mundo
Quando o amor dura para sempre…
Municípios unidos na preservação e revitalização do Marão
Exploração Mineira em Moncorvo poderá criar mil postos de trabalho
UE: Um ideal que ajudou a ‘construir’ Trás-os-Montes
“Uma Europa em paz, unida e próspera”, essa foi a premissa que levou a que seis países avançassem, na década de 50, com um projeto que evoluiu e hoje soma 28 estados-membros, representando mais de 500 milhões de cidadãos. Portugal entrou ‘em campo’ há exatamente 30 anos, numa altura em que, como classificou o então primeiro-ministro português e um dos grandes impulsionadores da integração, Mário Soares, já não havia “novos mundos a descobrir, mas sim homens e condições de vida a transformar e melhorar”.
As andanças diferentes do Circuito e da Casa do Douro
Para a região transmontana, o ano de 2015 foi intenso, marcado por muitos acontecimentos que lhe deram visibilidade. A velocidade no circuito de Vila Real foi um momento de especial significado. Milhares de visitantes se deslocaram à cidade vila-realense para seguir as corridas automóveis. Muitos outros tiveram a dita de as acompanhar pelas estações televisivas que lhes dedicaram honras e horas de transmissão direta. Outro tipo de velocidade para deslocar pessoas de Trás-os-Montes para outras regiões do país ou vice-versa passou a ser possível através do restabelecimento da ligação aérea entre Bragança e Portimão. Entretanto, a construção do túnel do Marão aproxima-se do fim e com ele a plenitude da autoestrada transmontana. Problemas mesmo, de há muito a esta parte, são vividos na Casa do Douro, uma instituição que perde carisma, para lamento de quem já a viu tão floresente: os vitivinicultores durienses. Espera-se que o dinamismo da região prossiga em 2016 e que alargue horizontes. Até porque o Douro é destino turístico de excelência mundial e a UTAD se mantém na dianteira das entidades que incentivam à investigação, com excelentes resultados.
Um ano que não deixa saudades
O ano que agora chega ao fim não deixou saudades. Marcado por grandes convulsões em várias zonas do mundo, algumas delas onde a intranquilidade é habitual desde há muitas gerações e outras onde o terror começa a surgir agora, 2015 fica marcado pela intolerância, pelo ódio, pelo medo, pela violência que foi iniciada em janeiro (com o atentado ao jornal satírico francês “Charlie Hebdo”) e tiveram continuidade até dezembro (com ataques bombistas múltiplos em Paris), muito por ação do autoproclamado “Estado Islâmico” e dos seus agentes suicidas.
O Natal visto de várias perspetivas
Nesta quadra em que as palavras solidariedade, família, amor e esperança, fazem bater de forma mais acelerada nos corações dos portugueses, nesta edição fomos conhecer a ceia tradicional de uma família transmontana, que junta à mesa não só as iguarias próprias da época, mas sobretudo amor, alegria e espírito de união. Fomos ainda ao encontro de dois estudantes de Erasmus, vindos da Polónia, que este ano vão ter um Natal diferente, junto de uma família vila-realense, que os recebe de braços abertos na noite de Consoada e garante que a partilha de tradições entre diferentes culturas será uma experiência inesquecível. Partilhamos ainda o trabalho desenvolvido por pessoas anónimas e empresas para que o Natal dos mais desfavorecidos seja menos “doloroso”, em que as crianças não foram esquecidas, com o Pai Natal a trazer um saco cheio de prendas, que fizeram a alegria dos miúdos. Também a Câmara Municipal de Vila Real, a Cáritas Diocesana e outras instituições estão atentas ao que se passa à sua volta. Por isso, a solidariedade é a palavra de ordem, em que as famílias carenciadas recebem cabazes para que possam celebrar o Natal de forma plena. Neste tempo de paz, que este Natal não seja apenas mais uma comemoração, mas sim um início para uma nova geração. O Natal simboliza nova vida, já que comemoramos o nascimento do Menino que se tornou Homem e que modificou a nossa maneira de ver o mundo, trazendo-nos amor e esperança. Assim seja...
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