Enquanto as linhas iam encerrando, supostamente por falta de viabilidade financeira, os custos com esta treta de gestores de topo que foram entrando a uma velocidade estonteante nas empresas públicas, com “passaporte” partidário, tanto cor-de-rosa como cor de laranja, não pararam de subir. Ou seja não havia dinheiro para modernizar e manter as linhas, mas houve dinheiro para esbanjar em pagamentos de “mercenários” que de gestão percebem tanto como eu de “pesca à linha”. Mas, enfim, como já por aqui disse, mais que uma vez os portugueses deixaram-se iludir durante muito tempo, com vãs promessas de modernidade em autoestradas, que agora muitas delas irão ficar às moscas por falta de dinheiro para pagar as respetivas
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