Domingo, 19 de Setembro de 2021
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

O ministro do Ferrari e os comboios Transmontanos

Em nota de rodapé ao artigo de João Miguel Tavares, publicado no Público de 29 de maio, o blogue tempo caminhado, acrescentou esta adenda, a propósito do ministro Pedro Nuno Santos que é um burguês da extrema esquerda e um dos ideólogos mais palavroso do atual governo.

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Leva tudo de rompante. Há semanas atrás, apareceu em todas as televisões, a debitar o regresso dos comboios que Rosado Correia, (1939-2002) seu camarada mais velho, extinguiu, pura e simplesmente, porque pretendia substituí-los por autoestradas, até às fronteiras. Nesse blogue encontra o leitor este acertado diagnóstico. Este maçom que fez a incursão ao «grupo de Macau», deixou por lá rabos de palha que o envolveram nos primeiros escândalos da corrupção que se foram avolumando, até aos dias de hoje. Foi ministro do Equipamento Social, entre 1982 e 1985, ao tempo em que Mário foi primeiro-Ministro.

O ministro que tripula, desde jovem, um Ferrari e que sugeriu que “Portugal poderia ameaçar não pagar a sua dívida soberana em 2011”, é o tal que prometeu levar os comboios, no atual mandato, a todas as capitais de distrito do país e a cidades com mais de vinte mil eleitores. O blogue de Armando Palavras é certeiro:

“O cavalheiro Nuno Santos acaba de aprender que há outros que também podem andar de ferrari. Melhor que o dele. E que têm muito mais poder individual do que ele, ao ponto de poderem pôr um Estado (neste caso um Estado pelintra e falhado – o português – em bancarrota há largos anos) em tribunal. É o caso do irlandês que não tem pejo em dar uma machadada nas políticas socialistas portuguesas, quando diz que paga o dobro aos seus funcionários, do que aquilo que o estado pelintra paga aos seus enfermeiros e aos seus professores! Quanto à questão da democracia, temos a dizer o seguinte: os partidos bolcheviques nunca foram democratas! A prova é aquela lei da censura de 8 de maio!

Quanto ao Relatório V-Dem Institute (Observatório sueco que analisa o estado das democracias em todo o mundo – este sim que observa ao contrário dos 120 Observatórios portugueses que não observam coisa nenhuma), pouco há a dizer quando, num estado pelintra, a comunicação social é controlada pelo governo bolchevique socialista! Em 2020 (há um ano!) estava em sétimo lugar, um ano depois está em 18º lugar! Não é por acaso num Estado nepotista.”

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