Terça-feira, 19 de Outubro de 2021
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Um país de “bufos” e “camaleões”

Somos um país bizarro, castiço, peripatético. Por cada novo dia que chega, mais exemplos temos destas «castas» que em nada abonam a coerência, a honradez, a nobreza de carácter daqueles que nos antecederam. Criou-se o mito de que somos «um país de brandos costumes». Eu direi: talvez Portugal tenha sido isso e muito mais daquilo […]

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Somos um país bizarro, castiço, peripatético. Por cada novo dia que chega, mais exemplos temos destas «castas» que em nada abonam a coerência, a honradez, a nobreza de carácter daqueles que nos antecederam. Criou-se o mito de que somos «um país de brandos costumes». Eu direi: talvez Portugal tenha sido isso e muito mais daquilo que enobreceu «a raça lusitana». Mas, hoje, não somos nada disso. Somos um país de vígaros, de bufos, de camaleões, de delatores, de oportunistas, de incoerentes, de néscios, de xico-espertos, de troca-tintas…

Todos estes adjectivos se aplicam a novos personagens, por cada dia que passa. Basta ler os jornais, ligar os televisores, escutar as rádios.

O caso mais badalado, nas últimas semanas,

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