No mundo globalizado em que vivemos, onde a vulgarização e uniformização são o dia-a-dia, importa que tenhamos bem consciência de onde vimos e como aqui chegámos.
O homem, desde que é homem, é acompanhado de uma actividade que sempre foi um misto de meio para subsistir e divertimento. A caça é a mais ancestral actividade exercida pelo homem, porque está ligada à sua existência, enquanto ser vivo.
Importa, pois, que tenhamos a consciência de que, ao falarmos de caça e de caçadores, não estamos a referirmo-nos a párias ou a ultramontanos, não estamos a recuperar as vidas rurais e subdesenvolvidas de outrora nem estamos a querer regressar a um passado que nega o cosmopolitismo e a actualidade
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