Domingo, 25 de Setembro de 2022

Agostinho Chaves

Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.
472 NOTÍCIAS

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Vitória e exibição consistentes

ABAMBRES, 9 | FREAMUNDE, 2

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A pandemia da violência doméstica: 241 pessoas mortas em cinco anos

São absurdos os casos de violência doméstica causadores de mortes, em Portugal.

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Pandemia, acidentes e droga deram mau tom a 2021

Mais um ano em que se falou de “regionalização”, sem que tivesse havido qualquer ação relevante para a implementação de tal conceito, entre nós.

Maçã de Eva no cimo do bolo

ABAMBRES, 1 | RIO AVE, 0

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Pandemia e corrupção atacaram os dias do ano

Não se pode dizer que este ano tivesse sido pior que o anterior, mas não foi, também, muito melhor. O processo de vacinação contrariou o confinamento causado pela “Covid 19”, mas a variante “Ómicron” voltou a apanhar-nos de surpresa.

Cartão branco para o futebol feminino jovem

A equipa da Associação de Futebol de Viseu foi a vencedora do Grupo F da Fase Zonal.

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A loucura dos fãs de John e George

Um filme agora terminado e que nos vai dar conta de facetas desconhecidas dos quatro músicos de Liverpool.

São Martinho e a sua identificação com o vinho

Uma extraordinária coincidência permitiu que São Martinho ficasse associado ao vinho. Não que São Martinho gostasse particularmente dele (disso nada se sabe), mas porque a celebração do seu dia foi fixada na época em que se abrem as vasilhas para testemunhar a qualidade do vinho vindimado, entretanto fermentado. É bem conhecido o clássico anexim: “Em dia de São Martinho vai à adega e prova o teu vinho”

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Carvalho Araújo morreu de pé e na proa

O último combate português na 1ª Guerra Mundial

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Duas torres derrubadas no xadrez do terrorismo

Foi há vinte anos. Foi em data que o mundo jamais esqueceu e nunca esquecerá. Estávamos ainda na expectativa, aguardando o que o novo milénio nos poderia oferecer. De bom, de novo, de transformador. De súbito, a surpresa, o medo, a dor. Era o anacronismo de se sentir o luto e a morte onde era suposto haver democracia, desenvolvimento, progresso e bem-estar no primeiro ano após 2000

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Portugueses nas Olimpíadas

Realizaram-se, muito bem, as Olimpíadas que decorreram em Tóquio, as mais esquisitas de sempre. Correspondentes a 2020, aconteceram em 2021, depois de terem sido adiadas por causa da “Covid-19”.

O “Negro” foi o último carrasco português

Luís António Alves. É um nome vulgar. Todavia, corresponde, neste caso, a uma pessoa singular que teve uma vida fora da normalidade.

Os anos de futuro que se viveram e a vida do futuro que hoje se desenha

A realização, neste mês de maio de 2021, no Porto (Palácio de Cristal) de uma importante cimeira social de caráter europeu (provavelmente com futura incidência e influência em todo o mundo)

35 anos da UTAD: Depois do sonho, a grande realidade

A ideia fervilhava e vinha de longe. O interior do país precisava de uma Universidade. Os tempos não eram os de agora.

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A voar para o centenário

Travessia aérea Lisboa-Rio de Janeiro foi em 1922.

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A tentação dos golpes de estado

Em 23 de fevereiro de 1981, a Espanha foi sacudida por uma tentativa de golpe de estado, numa altura em que procurava entrar na senda da democracia, após o período do franquismo. Em Portugal já se ultrapassara a época da agitação pós-25 de abril, pós-11 de março e pós-25 de novembro. Consolidavam-se as estruturas democráticas, o povo voltava a acreditar no seu futuro, os governantes andavam numa azáfama para tirar o país do “orgulhosamente sós”, uma obstinação de Salazar

Os presidentes de Portugal. A vitória do republicanismo e da democracia

A Monarquia Portuguesa passara por muito melhores dias até quando os acontecimentos gerados pela questão africana (o designado “Mapa Cor-de-Rosa”) levantou uma instabilidade crescente no seu seio e no do nosso país.

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A certeza da máscara e a esperança na vacina

Se no ano anterior se dizia já que o mundo estava intranquilo, ao fim deste ano bem se pode dizer que a desconfiança, a insegurança, o receio e até alguma desilusão pelos novos teores da vida permanecem. Há pouco tempo, chamava-se a atenção para a SIDA e aconselhava-se o uso do preservativo. Tempos depois, é a COVID que mais nos preocupa e, como tal, aconselha-se o uso da máscara