Conhecemos melhor o Dr. Zé Zé, como um agradável leitor da noite, nos inícios da década de 80. Nessa altura tínhamos uma relação difícil com o “joão-pestana” e uma leitura romântica do crepúsculo. Ele também, como o seu amigo de sempre José Augusto Taboada Júnior.
Nesses anos de 80, a Ourivesaria Ferreira, ainda possuidora de uma ótica no r/ch do prédio onde habitava o Dr. Rebelo, tinha um guarda-noturno, o Adriano, que era uma figura enigmática. O Adriano, de Parada de Cunhos, era um contador de histórias que nos fazia quedar, a ouvi-las. Pelo avanço da noite, já tarde, o Dr. Rebelo aparecia, saído do Club, e juntava-se, muitas vezes, à conversa. Mais à nossa
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