Quinta-feira, 28 de Outubro de 2021
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Não tem pés nem cabeça a polémica em torno de Afonso Henriques

Por mais voltas e reviravoltas que os «velhos» como os «novos historiadores» pretendam dar à História de Portugal, 99% das probabilidades atestam Guimarães como o berço do nosso primeiro Rei. Meia dúzia de vozes apontam Coimbra como a sua terra natal. Mas, nos quase nove séculos que se completarão em 2009, ou 2011, sempre os […]

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Por mais voltas e reviravoltas que os «velhos» como os «novos historiadores» pretendam dar à História de Portugal, 99% das probabilidades atestam Guimarães como o berço do nosso primeiro Rei. Meia dúzia de vozes apontam Coimbra como a sua terra natal. Mas, nos quase nove séculos que se completarão em 2009, ou 2011, sempre os historiadores que investigaram e passaram a escrito essa incidência afirmaram Guimarães como berço da nacionalidade e de quem lhe traçou as fronteiras, «naquela tarde de 24 de Junho de 1128».

Há três semanas, abriram os microfones ao Presidente da Câmara Municipal de Viseu que disse: «se aparecer meia dúzia de historiadores a dizer que ele nasceu aqui, iremos consagrá-lo como viseense».

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