Ironias à parte, a polémica recente dos “presidentes DE Câmara” ou “presidentes DA Câmara” veio dar mais uma machadada na credibilidade e (in)eficiência da classe política portuguesa. O parlamento aprova uma lei, o Presidente da República promulga-a, a Imprensa Nacional Casa da Moeda altera o texto, publica-o em Diário da República e só se faz a revisão do texto sete anos depois. Espantoso! Mas será esta, na verdade, a questão que deveria ser discutida? Será assim tão fundamental a questão da preposição?
A minha opinião é de que não, de que este pormenor é secundário. O que é realmente importante é a intenção inerente à produção desta lei e neste caso o espírito legislativo é claro:
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