Mas tu não tens facebook? Como é possível?” – É pergunta que vou ouvindo no dia-a-dia.
Respondo, dizendo que considero o facebook uma feira de vaidades e que prefiro mil vezes o mundo real ao mundo cibernético.
Sim, sou dos poucos portugueses que não têm facebook. E daí? Não questiono a importância das novas tecnologias de informação e da comunicação. E nada tenho contra as redes sociais e os blogues, nem contra o “twitter” nem contra o “instagram” nem contra o facebook, sou apenas contra o modelo de observação da vida alheia.
Refiro-me aos que, impunemente, utilizam a insinuação torpe, a suspeita genérica, a intenção malévola, a calúnia, a difamação e a devassa a coberto do anonimato
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