Zangam-se as comadres e conhecem- -se as verdades. Somos um país de iluminados, de intelectuais de meia tigela, de palradores à papagaio de bico amarelo.
As televisões, as rádios e os jornais das últimas semanas endeusaram um homem comum. Nunca vi explicada a sua fortuna. Veste sempre de preto, tem físico que baste, nasceu na Madeira, mas aparenta ser o dono do mundo. Nos últimos tempos, virou vedeta dos media, agitou os gestores bancários com a OPA do BCP, com a OPA da PT, quis comprar o Benfica, foi “rei e senhor” no império luso, contribuindo para gastar 600 mil euros, nos festejos inaugurais do Museu com o seu nome: «Berardo». Só o jantar, nos Jerónimos,
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