Sexta-feira, 17 de Setembro de 2021
Levi Leandro
Engenheiro. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Retrocesso Social (RS)

Vila Real tem sido um município que, nos últimos oito anos, foi fustigado pelos socialistas, tendo como resultado final um (RS) lamentável.

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O edil número um corre o risco de ser considerado um presidente efémero, pois, estruturalmente, nada mudou e causou a rotura do funcionamento na cidade, expondo toda a sua ineptidão para o exercício do cargo.

Apoiado por uma “elite” do regime, constituída por professores, doutores, arquitetos, engenheiros e outros, causaram assédio moral, político, técnico, cultural, pois têm como lema, e cito Sofia Melo Breyner, “os outros, que se compram e se vendem e os seus gestos dão sempre dividendos”, entregando-se de corpo e alma à imoral estratégia socialista. Recordando-me, não no sentido literal, a mais velha profissão do mundo. 

Será o negócio da loja do cidadão feito pelos socialistas danoso? O edil número um podia pagar dois milhões e ficar com o imóvel, mas prefere pagar cinco milhões e ficam sem nada. Neste momento, já é um equipamento em desuso, pois 20m² de espaço, numa junta de freguesia como a de Mouçós resolvem o problema. Quem aproveita esta despesa pública? 

Depois veio o PUCVR, aprovado de uma forma, publicado de outra em DR, beneficiando pelo menos um presidente de junta apoiado pelos socialistas e com mais situações em investigação pelo Ministério Público.

Na obra da avenida, o registo é notável, incumprimentos, trabalhos complementares, e outras coisas mais. O terreno da zona industrial vendido a 1€/m², sem sabermos porquê e para quê, será o modelo de negócio a seguir pela autarquia?

 Depois temos as obras das piscinas e do aeródromo, a primeira entravou, na segunda intervieram em meados de 2018, no mesmo local, em 2019 o problema repetiu-se. Existiu incompetência? Demoraram 25 meses para adjudicar uma obra que começou este mês.

Para onde nos estão a arrastar o edil número um e o vereador de serviço? Nem eles saberão, o objetivo é ocultar os seus desvarios. 

Em entrevista ao Porto Canal o edil número um chamou a si os investimentos e o crescimento de algumas empresas em Vila Real. O que decidiu ele nesta matéria? Nada. Assinalou ainda a assinatura de um protocolo de 10,3 milhões de euros, para a criação da fábrica do futuro, projeto liderado pela Continental, com quatro Universidades, sendo uma delas a UTAD, e três parceiros privados e do qual não consta a autarquia, será que falou como funcionário que é da UTAD?

Tudo isto para omitir que “recambiou”, uma empresa de tecnologia de ponta, “Fisher Connectors”, da área de componentes de fibra ótica, para Amarante. Onde irá ser instalada uma fábrica com uma área de 4500 m² a 6000 m², num terreno adquirido à autarquia com 30000m², a 15€/m². Criando de imediato 200 empregos e nos dois anos subsequentes, mais 300. 

Com este edil, temos alcatrão em cima de alcatrão, paralelo sobre paralelo, obras repetidas, alarga passeios, encolhe ruas e tira estacionamentos, com ou sem “adrianinhos”, e tudo com o dinheiro dos munícipes. Falta de planeamento e gestão tipo “depois logo se vê”, que tornou a cidade num estaleiro a céu aberto, sem vedação, instalando o caos e pondo os munícipes em desespero. Resta-lhes mostrar a sua indignação.

Já todos sabemos como o edil número um é,  uns são como ele, outros gostariam de ser como ele, mas há quem não queira mesmo, nada com ele, pois não querem o (RS).

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