Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2026
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Luís Pereira

Historiador e Arqueólogo. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes
42 Artigo(s) de opinião

O que falta ao Sr. Ministro, é educação!

Se por um lado Portugal foi distinguido internacionalmente pelo seu desempenho económico, por cá nota-se, cada vez mais, um esforço interno em distinguir a classe populacional.

Reforma para degradação do Estado Social

Na teoria a Reforma de Estado pretende melhorar o Estado Social, modelo de desenvolvimento que visa o bem-estar dos cidadãos e executado através da bipolaridade política governativa que caminha no mesmo sentido apesar da diferença ideológica.

Mudar o Interior pelo Interior

Enquanto transmontano, nascido, criado e habitante do Reino Maravilhoso penso que temos a última palavra a dizer no que respeita ao Interior.

Sim sou Arqueólogo, muito prazer….

Sim é verdade sou Arqueólogo, um entre tantos neste país e atento ao que é nosso, não meu apenas, não da minha responsabilidade apenas mas da nossa.

Não sendo política, é Cidadania

Na qualidade de Cidadão, o direito de participação ativa na sociedade pode ser facilmente confundida como um ato político, quando na verdade não deveria ser visto como tal.

Mais ou menos igual

Sobre a atualidade, considerando que por menos faz-se mais e no passado por mais se fez menos, no fundo da questão tudo até poderá ser igual só que em tempo diferente e com personagens diferentes.
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Ação Cultural Regional – ato ou efeito de agir?

No passado dia 3 de fevereiro foi apresentado no Teatro de Vila Real os Planos de Ação Regional para a Cultura pela CCDR-N, num evento de grande valor pela escolha centralizada do local da apresentação, como pelo potencial fator descentralizador que motivou a elaboração deste plano

Direito, Liberdade e quais Garantias?

No passado dia 27 de novembro decorreu na UTAD um Fórum com o tema: “Direito, Liberdade e Garantias”, organizado pela Ágora, e que teve a participação de um painel de excelentes oradores numa visão geral e diversificada sobre conflitos de diferentes direitos e liberdades entre o Estado e o Cidadão.

Ostracismo democrático

Quando se normalizam comportamentos ditatoriais numa democracia então algo está mal e a democracia regrediu perante os nossos olhos.

Lusco-fusco

Um projeto de recuperação patrimonial é sempre algo arriscado, pois arrisca-se na maior parte das vezes em dar ênfase ou importância ao que não importa, perdendo o objeto de intervenção o seu valor e reconhecimento.

In materialidades

O verão é marcado por festividades que caracterizam a nossa identidade cultural, sejam de cariz religioso, desportivo, cívicas, musicais, etc.

Corromper o ambiente para melhorar o ambiente?! (II)

Ajudemos o meio ambiente despertando a consciência coletiva, alterar hábitos de consumo e a rotina.
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Também gostava de acreditar

Que passados 10 anos de mandato autárquico em Vila Real a mudança fosse mais avançada, sei lá, talvez para o século seguinte!

Corromper o ambiente para melhorar o ambiente?! (I)

O desfecho de um governo maioritário que caiu pela sua arrogância, prepotência e despotismo nas mãos da justiça só pode ser um sinal que o ambiente se encontrava demasiado poluído, corrompido e putrefacto.

Entre pontes e reabilitações

Apresenta-se sempre, de uma forma amigável, qualquer intervenção num bem cultural com a amistosa palavra ou termo de “reabilitação”.

O lado Simplex da vida

Nada como apreciar o lado simples da vida sem constrangimentos nem preocupações.

É quase divino

Os votos de pobreza manifestaram-se de várias formas ao longo da história do homem e da sociedade.

Passos Largos!

As questões preocupantes sobre o Parque Eólico (PE) previsto para a Serra de Stª Comba/Passos (Mirandela) surgem no momento ideal quando se fala de autonomia energética proveniente de fontes renováveis e num tempo oportuno após a aprovação em Conselho de Ministros da simplificação do processo de licença ambiental, privilegiando “de forma muito concreta, a aceleração para as energias renováveis”!
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Desculpe o incómodo

É uma expressão utilizada em especial em obras públicas e em obras que decorrem em espaços públicos e que pode significar: o arrependimento de fazer a obra, a tolerância sobre eventuais transtornos que esta pode causar ou a paciência para suportar todos os constrangimentos que provoca ao cidadão, entre outras estranhas sensações.

As comissões de comissionamento para comissionar (II)

A nível nacional, no atual mapa cor-de-rosa, a pressão partidária é mais favorável à descentralização, esperando a plena lealdade dos mordomos-mores que garantem a continuidade do tachismo após o final dos mandatos.

As comissões de comissionamento para comissionar (I)

Habituamo-nos a lidar com comissões, sejam de festas (popularizadas no meio rural), de inquérito para estudo de um assunto mediático e até determinados serviços “públicos” que gerem os territórios. Existe algo em comum entre estes tipos de mecanismos de gestão: o compromisso de conseguir levar algo avante.

É só filmes e cenários…

Se bem que é com espanto e orgulho que sabemos que a Hollywood quer realizar filmagens em Portugal, já os municípios esmeram-se a mostrar o melhor cenário que têm para oferecer

Oiçam as vozes

Na atualidade levantam-se cada vez mais vozes contra determinadas vontades ou teimosias políticas, sendo algo tão democrático o poder de contestar publicamente e livremente as decisões de quem nos governa, pois não basta esperar pelo período das eleições para mostrar o agrado ou o desagrado sobre a política.

Ao longe e tão perto

Ao longe no horizonte tudo é perfeito, vê-se um oásis bonito e colorido no deserto, mas de perto apercebemo-nos que se trata de uma miragem, perseguiu-se uma ilusão, algo que não existe.
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Património e o futuro (II)

A mudança é algo inevitável.

Património e o futuro (I)

Como não falar sobre património local se temos a ele direito e para com ele o dever de conhecer, proteger, usufruir e legar às futuras gerações de algo que perdurou até aos nossos dias?

Eu raspo, tu raspas e eles ganham

Alea jacta est, «os dados estão lançados», ou a sorte está lançada. Será que o mesmo se pode dizer com a Raspadinha do Património?

A Cultura da Obra

Portugal detém de forte identidade cultural e é rico em vestígios arqueológicos e monumentos que no seu conjunto constituem a nossa herança cultural e que é nosso dever valorizar e zelar para as gerações futuras.

Cuidado onde pisam

Para não pisarem património foi preferível arrancar tudo do que valorizar, pois sabemos muito bem como se trata o património cultural em Vila Real

SOS cultura

A pandemia Covid-19 provocou uma enorme quebra nas receitas económicas no setor cultural e a notícia que a cultura fica de fora do Plano de Recuperação e Resiliência não pode ser aceite com bom agrado
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