Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2026
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Manuel R. Cordeiro

Professor Catedrático aposentado da UTAD
67 Artigo(s) de opinião

Época de Natal

Depois de muito pensar escolhi para tema deste meu texto, a época natalícia e de fim de ano. Desde que me conheço, foram sempre dois períodos do ano que me chamaram à atenção.

Alexandre Parafita – ilustre escritor

Hoje vou falar-vos sobre Alexandre Parafita, escritor multifacetado e bem conhecido dos vila-realenses. Mais do que falar-vos do escritor vou falar-vos dele enquanto cidadão.

A CEE e o desenvolvimento de Trás-os-Montes

Hoje vou falar-vos sobre o que se passou com a nossa agricultura após a entrada na CEE, com destaque para Trás-os-Montes, onde muitas famílias sempre viverem dela.

Era assim até 1987

A entrada de Portugal na CEE - Comunidade Económica Europeia foi, a meu ver, uma decisão acertada para Portugal.

Flash – Um companheiro

No texto de hoje vou tratar de um tema que me parece muito interessante e resultou de algumas conversas que tive com a minha neta Leonor, de 10 anos.

Manuel José Fernandes Cicouro (2)

Foi Cónego da Santa Igreja Patriarcal de Lisboa, Doutor em Cânones e Lente da Universidade de Coimbra.
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Manuel José Fernandes Cicouro (1)

Hoje vou falar-vos de um transmontano, que muito se distinguiu na sociedade portuguesa e espanhola.

MIX energético de Portugal

Ainda relacionado com o apagão energético hoje vou falar sobre as fontes de energia - recursos naturais ou artificiais usados para gerar energia, como eletricidade, calor ou movimento, que permite produzir a energia elétrica.

Apagão elétrico: Surpresa? Não

O apagão que aconteceu no dia 28 de abril de 2025, não me surpreendeu. A aposta “cega” na energia eólica e na energia solar fotovoltaica está a conduzir-nos a situações como essas.

Aula na Universidade Sénior de Mogadouro

Aposentei-me há cerca de 6 anos. Como a maior parte dos meus leitores sabe, era professor universitário. Transmiti conhecimentos a alguns milhares de alunos dos quais, a maior parte, singrou na vida.

Percurso profissional (10)

Se alguém me perguntasse se aceitaria ser candidato à Câmara Municipal de Mogadouro, concelho a que pertence a aldeia de Remondes, terra que me viu nascer, diria provavelmente que não.

Percurso Profissional (9)

Terminado o Curso de Auditor Nacional, o Coronel António Feijó convidou-me para entrar para a IMNSC – Irmandade Militar Nossa Senhora da Conceição.
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Percurso Profissional (8)

Em 2008, antes de ser Governador do Distrito Rotário 1970, candidatei-me ao Curso de Auditor de Defesa Nacional.

Percurso Profissional (7)

Após o regresso de San Diego, e depois de constituída a equipa que ia trabalhar connosco, foi preciso promover a formação das rotárias e rotários que dela passaram a fazer parte.

Percurso Profissional (6)

Na sequência do trabalho que desenvolvi desde que entrei em Rotary, fui selecionado para Governador do D 1970, para o ano rotário de 2009-2010.

Percurso Profissional (5)

Muitas vezes disse aos meus alunos que o papel de um professor não é só transmitir conhecimentos.

Percurso Profissional (4)

Ser Gestor do ITIDAI foi muito importante para mim, pois permitiu-me concorrer a programas de carácter internacional, no âmbito das energias Renováveis e da gestão de energia.

Percurso Profissional (3)

Com o início dos trabalhos de doutoramento tive que fazer um ajuste nas minhas preocupações.
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Percurso Profissional (2)

No início de outubro de 1981 fui, pela primeira vez, ao ex-DRM de Vila Real, onde funcionava a secretaria do então IUTAD - Instituto Universitário de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Percurso Profissional (1)

Após terminar o curso comecei uma vida nova. Era preciso arranjar um trabalho que me permitisse tornar-me independente. Estávamos em 1975, tempo de grandes turbulências políticas. O tempo urgia e quanto mais depressa o conseguisse, melhor.

Instituições por onde passei (3)

Terminei o Ensino Secundário em Julho de 1967, em Braga. Os alunos dos Colégios privados tinham que fazer os exames num Liceu Nacional. Eu fi-los no Liceu Sá de Miranda, que fica mesmo ao lado do Colégio Dom Diogo de Sousa.

Instituições por onde passei (2)

Após a saída do Seminário, matriculei-me no Colégio de São João de Brito, em Bragança, para frequentar o 4º ano. Nesse tempo, o ensino do Seminário não tinha equivalência ao público. Em minha opinião era uma grande injustiça e levava muitos rapazes a continuar no Seminário, mesmo que não tivessem vocação para o sacerdócio.

Instituições por onde passei (1)

Nos próximos textos vou apresentar-vos o meu trajeto desde os bancos da escola primária até hoje, já aposentado de professor da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde lecionei cerca de 40 anos.

SNS – A minha experiência

O acesso à saúde é uma das maiores preocupações que todos temos, especialmente os que vivemos no interior.
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Reflexão sobre a época natalícia

Ouvimos muitas vezes dizer que o Natal já não é o que era. Concordo plenamente com esta frase.

Abílio Guerra Junqueiro (4)

Este texto é o quarto que escrevo sobre o Guerra Junqueiro.

Abílio Guerra Junqueiro (3)

Tudo começou em 1864, tinha o escritor 14 anos, quando publicou o seu primeiro trabalho, na Imprensa da Universidade, a que chamou “Duas Páginas dos 14 anos”, dedicado ao seu primo Manuel Guerra Tenreiro Junqueiro, em testemunho de eterna amizade e que dizia assim: “Meu caro Manuel, talvez julgasses encontrar aqui uma longa carta em linguagem empolada, falando-te de muita cousa bonita, mas de que tu nada entendesses; pois estás completamente enganado.

Abílio Guerra Junqueiro (2)

Depois de fazer a 4ª classe, foi para Bragança onde fez os estudos preparatórios no Liceu.

Abílio Guerra Junqueiro (1)

No ano em que se comemora o centenário da morte de Guerra Junqueiro, decidi homenageá-lo, escrevendo três ou quatro textos que serão publicados no jornal A Voz de Trás-os-Montes.

Genealogia – várias designações de Padres

AD NUTUM - Sacerdote que pode ser livremente nomeado e despedido.
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